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A Arte De Ganhar Dinheiro – Phineas Taylor Barnum

Nos Estados Unidos, onde temos mais terra do que gente, não é nada difícil para pessoas saudáveis ganhar dinheiro. Com tantas avenidas abertas para o sucesso neste campo relativamente inexplorado e tantas ocupações disponíveis, qualquer pessoa, independente do sexo, tem conseguido exercer uma atividade lucrativa e ocupar uma das respeitáveis vagas disponíveis, ainda que para trabalhos temporários. Aqueles que, de fato, desejam ficar independentes devem ter firmeza de propósito e adotar os meios apropriados, como fazem quando alcançam outros objetivos com êxito. Mas, ainda que possa parecer fácil ganhar dinheiro, tenho certeza de que muitos leitores concordarão que conservá-lo é a coisa mais difícil do mundo. Com razão, Benjamin Franklin dizia que o caminho para o sucesso é “tão evidente como o que fazemos todos os dias até nosso trabalho”. Para ele, consiste apenas em gastar menos do que se ganha, um problema de solução aparentemente simples. O senhor Micawber, 1 uma das felizes criações do genial Dickens, coloca a questão em destaque quando diz que ter um rendimento anual de £20 por ano e gastar £20,6 é ser o mais miserável dos homens, enquanto receber um rendimento de apenas £20 e não gastar mais que £19,6 é ser o mais feliz dos mortais. Muitos leitores poderão dizer: “Entendemos. Isso é economia e sabemos que economia é riqueza; sabemos que não se pode comer o bolo e guardá-lo ao mesmo tempo.” Mesmo assim, é provável que mais fracassos decorram da não observância de tal princípio que de qualquer outro. O fato é que muita gente acha que entende de economia, mas a verdadeira economia não é bem conhecida, e as pessoas passam a vida sem assimilar adequadamente seus princípios. É muito comum alguém dizer: “Ganho o mesmo que meu vizinho e todo ano vejo que ele progride um pouco, enquanto eu estou sempre sem dinheiro. Se sei tanto de economia, qual a explicação para isso?” Ele acha que sabe, mas está enganado. Há pessoas que pensam que economia consiste em poupar migalhas e tocos de velas, em economizar US$0,2 na conta da lavanderia e fazer todo tipo de mesquinharias. Economia não é mesquinhez. E o pior é que esse tipo de pessoa faz economia numúnico sentido. Fantasiam que são muitíssimo econômicas ao poupar um centavo quando poderiam ter gasto quatro, que pensam que podem esbanjar em outras áreas. Há alguns anos, antes que o querosene fosse descoberto ou mesmo imaginado, podia-se pernoitar praticamente em qualquer casa na área rural e saborear um bom jantar, mas não se podia ler após o jantar na sala de estar, parcamente iluminada pela luz insuficiente de uma única vela. A anfitriã, ao notar o dilema do visitante, diria: “É bem difícil ler aqui à noite. O provérbio diz que você precisa ser rico para acender duas velas de uma vez. Nós nunca acendemos uma vela extra a não ser emocasiões especiais.” Essas ocasiões especiais talvez ocorram duas vezes por ano. A boa mulher economiza US$5, US$6 ou até US$10 por ano, mas a informação que se poderia obter com uma vela a mais valeria mais do que uma tonelada de velas. Mas o problema não acaba aqui. Sentindo-se tão econômica com suas velas de sebo, ela pensa que pode fazer compras frequentes no vilarejo e gastar US$20 ou US$30 com fitas e enfeites, grande parte dos quais, desnecessários.


Esse falso raciocínio também é frequente em homens de negócios, quase sempre voltados para o uso do papel nos escritórios. Podem-se encontrar bons homens de negócio que economizam envelopes e papéis e que só usam uma folha de papel nova quando não há como evitar. Tudo isso é muito bonito; procedendo assim talvez possam economizar US$5 ou US$10 por ano, mas, apenas por economizarem tanto em papel, pensam que podem desperdiçar tempo, promover festas caras e passear em suas limusines. Isso ilustra o que doutor Franklin chamava de “tentar economizar na abertura da torneira, enquanto o líquido se perde pelo rombo no barril”, ou então “ser previdente com os centavos e tolo com a libra”. Esse tipo de pessoa, com ideia fixa em um só item, é como o sujeito que compra um peixe barato para o jantar da família e depois paga caro pela condução que o leva para casa. Nunca vi alguém ter sucesso com esse tipo de economia. A verdadeira economia consiste em fazer com que as entradas sejam sempre maiores que as saídas. Use um pouco mais suas roupas se necessário; dispense um novo par de sapatos; reforme a roupa usada; se for preciso, alimente-se de forma mais simples de modo que, a não ser que umimprevisto ocorra, haverá uma margem positiva em sua renda. Um centavo aqui e US$1 ali, aplicados a juros, vão se acumulando, e o resultado desejado pode ser alcançado. Algum treinamento talvez seja necessário para agir com tal economia, mas você acabará encontrando mais satisfação na economia racional do que no gasto irracional. A recomendação a seguir é uma ótima receita para curar gastos extravagantes e hábitos errados de se fazer economia: quando verificar que mesmo com uma boa receita não lhe sobra dinheiro no final do ano, pegue papel e lápis e anote cada item das despesas que fez. Faça duas colunas com esses itens, chame a primeira de “despesas necessárias” ou mesmo de “despesas para aumento do conforto”, e a outra de “luxos”. Você vai notar que a segunda coluna será duas, três, muito mais que dez vezes maior que a primeira! Os verdadeiros confortos da vida custam apenas uma pequena fração do que a maioria das pessoas pode ganhar. Segundo Benjamin Franklin, “são os olhos dos outros, e não os nossos, que nos levam à ruína. Se todos no mundo fossem cegos, exceto eu, não me importaria com roupas finas e mobília”. É o medo do que os outros vão dizer que mantém muitas famílias ricas trabalhando duro. Os americanos gostam de repetir que são livres e iguais, mas, em muitos sentidos, é um grande erro. Se por um lado é uma gloriosa verdade que todos nascem livres e iguais, por outro, nem todos nascem e nem ficarão igualmente ricos. Pode ser que alguém diga: “Conheço um sujeito que ganha U$50 mil por ano, enquanto eu não recebo nem US$1 mil. Nós nos conhecemos quando éramos pobres, mas agora que ele ficou rico acha que é melhor que eu. Vou mostrar-lhe que sou tão bom quanto ele, comprarei uma casa e um carro… não, pensando bem, não posso fazer isso… mas vou alugar um para passar na frente dele esta tarde e lhe mostrar que sou tão bom quanto ele.” Meu amigo, não se dê esse trabalho. Você poderá facilmente provar que é tão bom quanto ele, desde que se comporte tão bem quanto ele. Mas não conseguirá fazer ninguém acreditar que é tão rico assim. Além disso, se ficar afetado, desperdiçar tempo e gastar seu dinheiro, sua pobre esposa vai ser obrigada a se esfolar trabalhando em casa, regulando o dinheiro do chá e das compras para que você possa manter as aparências e, enfim, não decepcionar ninguém.

Por outro lado, a senhora Smith pode dizer que a vizinha da casa ao lado se casou com Johnson por dinheiro, como todo mundo comenta. A vizinha usa uma linda echarpe de US$1 mil, e a senhora Smith vai fazer o marido lhe comprar uma imitação para usar no domingo na igreja, se sentar em umbanco próximo ao da vizinha e, assim, provar que é igual a ela. Minha cara, você não progredirá na vida se permitir que a vaidade e a inveja orientem seus passos. Acreditamos que a maioria deve governar este país, mas deixamos que uma minoria que se autodenomina “a aristocracia” fomente um falso padrão de perfeição e, na tentativa de alcançá-lo, ficamos ancorados na pobreza permanente e trabalhamos duro, o tempo todo, para manter as aparências. É muito mais inteligente comandar a própria vida e dizer: “Vamos controlar as despesas conforme a receita e separar algo para os dias de vacas magras.” Assim, como em qualquer assunto, as pessoas deveriam ter bom-senso em relação ao dinheiro. É uma relação de causa e efeito. Não poderemos acumular uma fortuna se escolhermos um caminho que leva à pobreza. Não precisamos ter o dom da profecia para saber que os que vivem exaurindo seus meios sem considerar a possibilidade de reveses na vida nunca alcançarão a independência financeira. As pessoas acostumadas a atender a todos seus caprichos acharão difícil, no início, cortar suas diversas despesas inúteis e sentirão que é um grande sacrifício viver em uma casa menor do que a que estão acostumadas, com mobília mais barata, menos companhia, menos roupas caras, empregados, bailes, festas, idas ao teatro, passeios, viagens agradáveis, charutos, bebidas e outras extravagâncias. Mas, no final, se tentarem seguir o plano de separar uma pequena quantia de dinheiro, que renda juros ou seja investida em imóveis, ficarão surpresos com o prazer que terão ao verem crescer sua pequena pilha de dinheiro, assim como com os hábitos de economia que desenvolverão seguindo esse caminho. A velha coleção de roupas e o velho chapéu e vestido voltarão em outra estação. O sabor da água da fonte é melhor que champanhe, um banho frio e uma vigorosa caminhada são mais revigorantes que um passeio caro. Uma conversa social, uma leitura noturna em família, uma hora de jogos de salão são muito mais agradáveis que uma festa de U$50 ou U$500 Os que forem por esse caminho começarão a refletir sobre as diferenças de custo e a sentir os prazeres de economizar. Milhares de pessoas não saem da pobreza e dezenas de milhares ficam pobres depois de adquirirem o suficiente para viverem o resto da vida, tudo porque resolvem assentar suas vidas emperspectivas muito amplas. Algumas famílias gastam US$20 mil por ano, e outras muito mais, e mal saberiam viver commenos, enquanto outras aproveitam melhor a vida geralmente com a vigésima parte dessa quantia. A prosperidade é um teste mais severo que a adversidade, sobretudo quando repentina. “O que vem fácil vai fácil” é um provérbio antigo e verdadeiro. Um espírito de orgulho e vaidade, quando assume o comando de um indivíduo, é um verme imortal que corrói todas as bases fundamentais de suas propriedades terrenas, sejam elas pequenas ou grandes, quer valham centenas ou milhões. Muitas pessoas, assim que começam a prosperar, expandem suas ideias e passam a gastar em itens de luxo que rapidamente fazem as despesas engolirem os ganhos e que os levam à ruína ao tentarem, ridiculamente, manter as aparências para permanecerem em evidência. Conheço um senhor rico que conta: “Quando comecei a prosperar, minha esposa logo quis um sofá novo e elegante.” “O sofá”, ele disse, “me custou US$30 mil!” Quando ele chegou em casa, foi necessário conseguir cadeiras que combinassem, depois bufês, tapetes e mesas compatíveis entre si, e assim por diante, até trocarmos toda a mobília.” Quando, finalmente, ficou claro que a própria casa era pequena demais e fora de moda para a mobília, uma nova foi construída para combinar com as novas aquisições. “Então”, continuou meu amigo, “por causa de um simples sofá, um gasto de US$30 mil caiu sobre meus ombros, sob a forma de empregados, enxoval e as despesas necessárias para me manter estabelecido com elegância, alémde um gasto anual de US$11 mil, que me deixou em apuros.” Ele completou: “Há dez anos, vivíamos com muito mais conforto verdadeiro e tínhamos muito menos preocupação, assim como muito mais dinheiro.

A verdade é que aquele sofá teria me levado inevitavelmente à falência, se eu não tivesse a determinação de prosperar, que me manteve acima disso, e não tivesse contido o desejo natural de me mostrar.” O fundamento do sucesso na vida é a boa saúde. Ela é o substrato da fortuna e a base da felicidade. Ninguém consegue acumular uma fortuna de maneira eficaz quando está doente, pois estaria sem ambição, incentivo ou energia. É claro que existem aqueles que, por questões inevitáveis, não gozam de boa saúde. Não se deve esperar que tais pessoas possam acumular riquezas. Entretanto, muita gente poderia ser mais saudável do que é. A saúde como alicerce do sucesso e condição para uma vida feliz, o estudo de regras que possam levar um indivíduo a ser saudável, ou de regras que nada mais são do que outra expressão das leis da natureza, ganha uma importância extraordinária. Quanto mais respeitarmos as leis da natureza, mais perto estaremos da boa saúde. Ainda assim, quantas pessoas não prestam atenção às leis naturais e fazem questão de transgredi-las abertamente, mesmo contra a sua própria inclinação natural! Deveríamos saber que o pecado da ignorância não é nunca relevado no que diz respeito às leis naturais. Sua infração sempre traz penalidades. Uma criança pode colocar a mão no fogo sem saber que queima e, por isso, sofrer. O arrependimento não fará com que doa menos. Muitos de nossos ancestrais sabiam muito pouco sobre o princípio da ventilação. Tinham poucas informações sobre o oxigênio, razão pela qual suas casas eram construídas com pequenos dormitórios de dois por três metros. Esses bons e pios puritanos se trancavam num desses dormitórios, faziam suas orações e iam para cama. Ao acordarem na manhã seguinte, davam graças pela preservação de suas vidas durante a noite e achavam que não havia nenhuma outra graça a agradecer. Provavelmente, grandes fendas na porta ou janela deixavam o ar fresco entrar durante a noite e os salvava. Muitas pessoas conscientemente violam as leis da natureza contra seus melhores impulsos para ficar na moda. Por exemplo, uma coisa de que nenhum ser, exceto um vil e desprezível verme, gosta de maneira natural é o tabaco. E não é que existem pessoas que treinam deliberadamente um apetite antinatural para superar a aversão que temos implantada ao tabaco até um ponto tal que passam a amá-lo? Eles agarram uma erva suja e venenosa, ou melhor, ela os agarra com firmeza. São homens casados que andam por aí cuspindo tabaco mascado em tapetes, algumas vezes até mesmo nas próprias esposas que estejam ao lado. Não chutam suas mulheres para fora de casa como os bêbados costumam fazer, mas elas, não tenho dúvida, prefeririam estar do lado de fora. Outra característica perigosa é que esse apetite artificial, como o ciúme, cresce com o que o alimenta. Quando gostamos de alguma coisa não natural, criamos um apetite mais forte por essa coisa nociva do que o desejo natural pelo que não faz mal.

Há um antigo provérbio que diz que o hábito é uma segunda natureza, mas um hábito artificial é mais forte que a natureza. Por exemplo, pegue o caso de um velho mascador de tabaco. Seu amor pelo fumo é mais forte do que o que sente por qualquer tipo de comida. Ele pode abrir mão do rosbife, mas não do fumo de mascar. Veja o caso dos garotos que ficam frustrados por já não serem homens feitos. Gostariam de ir para cama meninos e acordar homens: para isso, copiam os maus hábitos dos mais velhos. Os pequenos Tommy e Johnny veem os pais fumar cachimbo e dizem: “Se pudesse fazer isso, eu seria um homem também. Tio John saiu e deixou seu cachimbo, vamos experimentar.” Eles pegam um fósforo, acendem o cachimbo e tragam. “Vamos aprender a fumar, é bom, não é, Johnny?” E o garoto responde, com tristeza: “Não muito, tem gosto amargo.” Pouco a pouco, ele vai ficando pálido, mas persiste, oferece seu sacrifício ao altar da moda. Com insistência e perseverança, finalmente vence sua inclinação natural e se torna vítima do gosto adquirido. Falo com conhecimento de causa, porque percebi esses efeitos em mim mesmo, chegando a fumar de 10 a 15 cigarros por dia, embora não tenha usado o fumo durante os últimos 14 anos – e nunca o farei de novo. Quanto mais a pessoa fuma, mais vontade sente de fumar. O último cigarro fumado simplesmente excita o desejo por outro, e assim por diante, sem parar. Veja o caso do mascador de tabaco. Ao se levantar de manhã, põe um pedaço de fumo na boca e o mantém ali o resto do dia, tirando apenas para trocar por um novo pedaço, ou para se alimentar. Ah! E, sim, de vez em quando, de dia ou de noite, muitos mascadores tiram o tabaco da boca e o seguramna mão apenas pelo tempo necessário para tomar alguma bebida, logo o colocando de volta. Quando um mascador de tabaco vai até sua fazenda, e você lhe mostra seus vinhedos e frutas, as belezas do seu jardim e lhe oferece alguma fruta fresca e madura, dizendo: “Meu amigo, eu tenho aqui as mais deliciosas maçãs, peras, pêssegos e damascos. Eu os importei da Espanha, da França e da Itália, veja como são deliciosas essas frutas, não há nada de melhor sabor ou mais saudável que frutas maduras, então, sirva-se à vontade. Quero ver você se deliciar com elas.” Ele vai rolar seu querido punhado de tabaco para baixo da língua e responder: “Não, obrigado, estou mascando fumo!” Seu paladar ficou entorpecido pela erva nociva, ele perdeu quase todo o delicado e desejável gosto pelas frutas. Isso mostra o que ocorre quando as pessoas adquirem hábitos caros, inúteis e prejudiciais. Falo pela minha própria experiência. Fumei até tremer como vara verde, o sangue subir à cabeça, ter palpitações que me levaram a pensar ter algum problema no coração, quase morri de susto.

Quando consultei meu médico, ele me disse para parar de fumar. Estava prejudicando não somente minha saúde e esbanjando dinheiro, mas estava também dando mau exemplo. Obedeci ao conselho. Nenhum jovem no mundo fica tão bonito quanto se imagina atrás de um charuto de US$0,50 ou de um cachimbo de marinheiro. Essas mesmas observações podem ser multiplicadas por dez para o caso das bebidas alcoólicas. Ganhar dinheiro requer um cérebro aguçado. Uma pessoa precisa estar consciente de que dois mais dois são quatro, precisa planejar com reflexão e prudência e examinar com muita atenção todos os detalhes do seu negócio, bem como todas as entradas e saídas do fluxo de caixa. Ninguém pode ter sucesso nos negócios se não tiver a mente clara, apta a elaborar planos e a raciocinar para guiá-lo em sua execução, de maneira que, independente da inteligência abençoada que possa ter, se seu cérebro estiver confuso e seu julgamento distorcido pela bebida, é impossível que venha a ter sucesso nos negócios. Quantas boas oportunidades passaram para jamais voltar, enquanto bebíamos socialmente com amigos! Quantas negociações desastradas foram concluídas sob a influência de drogas estimulantes, que fazem a vítima temporariamente acreditar ser rica, foram postergadas para amanhã, e depois para sempre, porque a taça de vinho lançou o corpo em um estado de letargia e neutralizou as energias que seriam tão essenciais para o sucesso nos negócios. Verdadeiramente, o vinho zomba da pessoa. O hábito de consumir bebidas intoxicantes é semelhante a uma paixão extravagante, assim como o consumo de ópio pelos chineses. E o primeiro hábito é tão destrutivo para o sucesso nos negócios quanto o último. É um mal sem atenuantes, completamente injustificável à luz da filosofia, religião ou bom-senso. É a origem de quase todos os outros males em nosso país.

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