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A Escrava que Não É Isaura – Mario de Andrade

Começo por uma história. Quase parábola. Gosto de falar por parábolas como Cristo… Uma diferença essencial que desejo estabelecer desde o princípio: Cristo dizia: “Sou a Verdade.” E tinha razão. Digo sempre: “Sou a minha verdade.” E tenho razão. A Verdade de Cristo é imutável e divina. A minha é humana, estética e transitória. Por isso mesmo jamais procurei ou procurarei fazer proselitismo. É mentira dizer-se que existe em S. Paulo um igrejó literário em que pontifico. O que existe é um grupo de amigos, independentes, cada qual com suas ideias próprias e ciosos de suas tendências naturais. Livre a cada um de seguir a estrada que escolher. Muitas vezes os caminhos coincidem… Isso não quer dizer que haja discípulos pois cada um de nós é o deus de sua própria religião (A)[1]. Vamos à história! …e Adão viu Iavé tirar-lhe da costela um ser que os homens se obstinam em proclamar a coisa mais perfeita da criação: Eva. Invejoso e macaco o primeiro homem resolveu criar também. E como não soubesse ainda cirurgia para uma operação tão interna quanto extraordinária tirou da língua umoutro ser. Era também — primeiro plágio! — uma mulher. Humana, cósmica e bela. E para exemplo das gerações futuras Adão colocou essa mulher nua e eterna no cume do Ararat. Depois do pecado porém indo visitar sua criatura notou-lhe a maravilhosa nudez. Envergonhou-se. Colocou-lhe uma primeira coberta: a folha de parra. Caim, porque lhe sobrassem rebanhos com o testamento forçado de Abel, cobriu a mulher com um velocino alvíssimo. Segunda e mais completa indumentária.


E cada nova geração e as raças novas sem tirar as vestes já existentes sobre a escrava do Ararat sobre ela depunham os novos refinamentos do trajar. Os gregos enfim deram-lhe o coturno. Os romanos o peplo. Qual lhe dava um colar, qual uma axorca. Os indianos, pérolas; os persas, rosas; os chins, ventarolas. E os séculos depois dos séculos… Um vagabundo genial nascido a 20 de outubro de 1854 passou uma vez junto do monte. E admirouse de, em vez do Ararat de terra, encontrar um Gaurisancar de sedas, cetins, chapéus, joias, botinas, máscaras, espartilhos… que sei lá! Mas o vagabundo quis ver o monte e deu um chute de 20 anos naquela heterogênea rouparia. Tudo desapareceu por encanto. E o menino descobriu a mulher nua, angustiada, ignara, falando por sons musicais, desconhecendo as novas línguas, selvagem, áspera, livre, ingênua, sincera. A escrava do Ararat chamava-se Poesia. O vagabundo genial era Artur Rimbaud. Essa mulher escandalosamente nua é que os poetas modernistas se puseram a adorar… Pois não há de causar estranheza tanta pele exposta ao vento à sociedade educadíssima, vestida e policiada da época atual? Primeira parte Começo por conta de somar: Necessidade de expressão + necessidade de comunicação + necessidade de ação + necessidade de prazer = Belas Artes. Explico: o homem pelos sentidos recebe a sensação. Conforme o grau de receptividade e de sensibilidade produtiva sente sem que nisso entre a mínima parcela de inteligência a NECESSIDADE DE EXPRESSAR a sensação recebida por meio do gesto.[2] (Falo gesto no sentido empregado por Ingenieros: gritos, sons musicais, sons articulados, contrações faciais e o gesto propriamente dito). A esta necessidade de expressão — inconsciente, verdadeiro ato reflexo — junta-se a NECESSIDADE DE COMUNICAÇÃO de ser para ser tendente a recriar no espectador uma comoção análoga à do que a sentiu primeiro.[3], [4] O homem nunca está inativo. Por uma condenação aasvérica movemo-nos sempre no corpo ou no espírito. Num lazer pois (e é muito provável que largos fossem os lazeres nos tempos primitivos) o homem por NECESSIDADE DE AÇÃO rememora os gestos e os reconstrói. Brinca. Porém CRITICA esses gestos e procura realizá-los agora de maneira mais expressiva e — quer porque o sentimento do belo seja intuitivo, quer porque o tenha adquirido pelo amor e pela contemplação das coisas naturais — de maneira mais agradável. Já agora temos bem característico o fenômeno: bela-arte. Das artes assim nascidas a que se utiliza de vozes articuladas chama-se poesia. (É a minha conjectura. Verão os que sabem que embora sistematizando com audácia não me afasto das conjecturas mais correntes, feitas por psicólogos e estetas, a respeito da origem das belas-artes.

) Os ritmos preconcebidos, as rimas, folhas de parra e velocinos alvíssimos vieram posteriormente a pouco e pouco, prejudicando a objetivação expressiva das representações, sensualizando a nudez virgem da escrava do Ararat. E se vos lembrardes de Aristóteles recordareis como ele toma o cuidado de separar o conceito de poesia dos processos métricos de realizar a comoção. “É verdade — escreve na Poética — que os homens, unindo as palavras ‘compositor’ ou ‘poeta’ com a palavra ‘metro’ dizem ‘poetas épicos’, ‘elegíacos’, como se o apelativo poeta proviesse, não já da imitação mas… do metro… Na verdade nada há de comum entre Homero e Empédocles a não ser o verso; todavia àquele será justo chamar-lhe poeta, a este fisiólogo.” E, pois que falei de metro, não me furto a citar esta conclusão, inconscientemente irônica, de Westphal — talvez o maior estudioso da rítmica grega. Sabeis que a música helênica estava inteira e unicamente sujeita como ritmo à métrica do poema. Pois Westphal diz: “Na música dos antigos (fala dos gregos) o ritmo é um isto é: baseado na quantidade 1.” Foram raciocínios análogos que levaram Mallarmé a dizer: “Dès qu’il y a un effort de style, il y a métrification”…[5] Mas nada de conclusões técnicas! Adão… Aristóteles… Agora nós. Paulo Dermée resolve também a concepção modernista de poesia a uma conta de somar. Assim: Lirismo + Arte = Poesia. Quem conhece os estudos de Dermée sabe que no fundo ele tem razão. Mas errou a fórmula. 1º: Lirismo, estado ativo proveniente da comoção, produz toda e qualquer arte. Da Vinci criando Il cavallo, Greco pintando o Conde de Orgaz, Dostoievsky escrevendo O duplicata obedeceram a uma impulsão lírica, tanto como Camões escrevendo Adamastor. 2º: Dermée foi leviano. Diz arte por crítica e por leis estéticas provindas da observação ou mesmo apriorísticas. 3º: E esqueceu o meio utilizado para a expressão. Lirismo + Arte (no sentido de crítica, esteticismo, trabalho) soma belasartes… Corrigida a receita, eis o marrom-glacê: Lirismo puro + Crítica + Palavra = Poesia. (E escrevo “lirismo puro” para distinguir a poesia da prosa de ficção pois esta partindo do lirismo puro não o objetiva tal como é mas pensa sobre ele, e o desenvolve e esclarece. Enfim: na prosa a inteligência cria sobre o lirismo puro enquanto na poesia modernista o lirismo puro é grafado com o mínimo de desenvolvimento que sobre ele possa praticar a inteligência. Esta pelo menos a tendência embora nem sempre seguida.) Temos pois igualdade de vistas entre Adão, Aristóteles e a Corja quanto ao conceito de Poesia… São poetas homens que só escreveram prosa ou… jamais escreveram coisa nenhuma. O mais belo poema de D’Annunzio é a aventura de Fiume… Por seu lado muitos versistas são filósofos, historiadores, catedráticos, barbeiros, etc. Excluo da poesia bom número de obras-primas inegáveis, ou na totalidade ou em parte. Não direi quais… Seria expulso do convívio humano… O que aliás não seria mui grande exílio para quem por universal consenso já vive no mundo da lua… Dei-vos uma receita… Não falei na proporção dos ingredientes. Será: máximo de lirismo e máximo de crítica para adquirir o máximo de expressão.

Daí ter escrito Dermée: “O poeta é uma alma ardente, conduzida por uma cabeça fria.” E reparastes que falei em adquirir um máximo de expressão e não um máximo de prazer, de agradável, de beleza enfim? Estará mesmo o Belo excluído da poesia modernista? Certo que não. E mesmo Luís Aragon no fim do esplêndido Lever considera: La Beauté, la seule vertu qui tende encore ses mains pures. Mas a beleza é questão de moda na maioria das vezes. As leis do Belo eterno artístico ainda não se descobriram. E a meu ver a beleza não deve ser um fim. A BELEZA É UMA CONSEQUÊNCIA.[6] Nenhuma das grandes obras do passado teve realmente como fim a beleza. Há sempre uma ideia, acrescentarei: mais vital que dirige a criação das obras-primas. O próprio Mozart que para mim de todos os artistas de todas as artes foi quem melhor realizou a beleza insulada, sujeitou-a à expressão. Apenas pensava que esta não devia ser tão enérgica a ponto de “repugnar pelo realismo”. O que fez imaginar que éramos, os modernizantes, uns degenerados, amadores da fealdade foi simplesmente um erro tolo de unilateralização da beleza. Até os princípios deste século principalmente entre os espectadores acreditou-se que o Belo da arte era o mesmo Belo da natureza. Creio que não é. O Belo artístico é uma criação humana, independente do Belo natural; e somente agora é que se liberta da geminação obrigatória a que o sujeitou a humana estultice. Por isso Tristão Tzara no Cinema Calendrier dirige uma carta a: francis picabia quisaute avec de grandes et de petites idées pour l’anéantissement de l’ancienne beauté & comp. Quem procurar o Belo da natureza numa obra de Picasso não o achará. Quem nele procurar o Belo artístico, originário de euritmias, de equilíbrios, da sensação de linhas e de cores, da exata compreensão dos meios pictóricos, encontrará o que procura. Mas onde está meu assunto? É que, leitores, a respeito de arte mil e uma questões se amatulam tão intimamente, que falar sobre uma delas é trazer à balha todas as outras… Corto cerce a fala sobre a beleza e desço de tais cogitações olímpicas, 5000 metros acima do mar, ao asfalto quotidiano da poesia de 1922. Recapitulando: máximo de lirismo e máximo de crítica para obter o máximo de expressão. Vejamos a que conclusões espirituais nos levaram os 3 máximos. O movimento lírico nasce no eu profundo. Ora: observando a evolução da poesia através das idades que se vê? O aumento contínuo do Gaurisancar de tules, nanzuques, rendas, meias de seda, etc. da parábola inicial. Foi a inteligência romantizada pela preocupação de beleza, que nos levou às duas métricas existentes e a outros crochets, filets e frivolités.

Pior ainda: a inteligência, pesando coisas e fatos da natureza e da vida, escolheu uns tantos que ficaram sendo os assuntos poéticos. Ora isto berra diante da observação. O assunto-poético é a conclusão mais antipsicológica que existe. A impulsão lírica é livre, independe de nós, independe da nossa inteligência. Pode nascer de uma réstia de cebolas como de um amor perdido. Não é preciso mais “escuridão da noite nos lugares ermos” nem “horas mortas do alto silêncio” para que a fantasia seja “mais ardente e robusta”, como requeria Eurico — homem esquisito que Herculano fez renascer nos idos hiemais de um dezembro romântico. Papini considera mesmo como verdadeiro criador aquele que independe do silêncio, da boa almofada e larga secretária para escrever seu poema genial. Mas que não se perca o assunto: a inspiração surge provocada por um crepúsculo como por uma chaminé matarazziana, pelo corpo divino de uma Nize, como pelo divino corpo de uma Cadillac. Todos os assuntos são vitais. Não há temas poéticos. Não há épocas poéticas. Os modernistas derruindo esses alvos mataram o último romantismo remanescente: o gosto pelo exótico. O que realmente existe é o subconsciente enviando à inteligência telegramas e mais telegramas —para me servir da comparação de Ribot.[7] A inteligência do poeta — o qual não mora mais numa torre de marfim — recebe o telegrama no bonde, quando o pobre vai para a repartição, para a Faculdade de Filosofia, para o cinema. Assim virgem, sintético, enérgico, o telegrama dá-lhe fortes comoções, exaltações divinatórias, sublimações, poesia. Reproduzi-las!… E o poeta lança a palavra solta no papel. É o leitor que se deve elevar à sensibilidade do poeta não é o poeta que se deve baixar à sensibilidade do leitor. Pois este que traduza o telegrama! Mais ainda: o poeta reintegrado assim na vida recebe a palavra solta. A palavra solta é fecundante, evocadora… Associação de imagens. Telegrama: “Espada vitoriosa de Horácio.” Associação: “Antena de telegrafia sem fio”. Telegrama: “Fios telefônicos, elétricos constringindo a cidade.” Associação: “Dedos de Otelo no colo de Desdêmona.” Os Horácios + Otelo = 2 assuntos. Os Horácios + Otelo + Antena radiográfica + Fios elétricos = 4 assuntos.

Resultado: riqueza, fartura, pletora. Por isso Rimbaud, precursor, exclamava: Je suis mille fois plus riche! sem ter um franco no bolso virgem. E quando, camelot sublime, enumerou na praça pública de Solde os amazônicos tesouros da nossa nababia, inda ironicamente completou: Les vendeurs ne sont pas à bout de solde. Les voyageurs n’ont pas à rendre leurs commissions de si tôt.[8] Parêntese: não imitamos Rimbaud. Nós desenvolvemos Rimbaud. ESTUDAMOS A LIÇÃO RIMBAUD. Mas esta abundância de assuntos quotidianos não implica abandono dos assuntos ex-poéticos. Destruir um edifício não significa abandonar o terreno. Na poesia construir agora os Salmos ou I fioretti é errado. Mas o terreno da Religião continua. Claudel escreverá La messe là-bas; Cendrars: Les Pâques à New-York; Papini: Preghiera; João Becher: A Deus; Hrand Nazariantz a Oração das virgens armênias… Terreno do amor… Transbordava! No lugar da Tristesse d’Olympio Moscardelli construiu Il bordello. E que fúlgidas, novas imagens não despertou o amor nos poetas modernistas! E que ironias, sarcasmos! Junto do carinho de Cocteau a aspereza de Salmon, a sensualidade de Menotti del Picchia… Estende como uma ara teu corpo; teus lábios são duas brasas queimando arômatas do teu hálito… . Estende como uma ara teu corpo, teu ventre é um zimbório de mármore onde fulge uma estrela! E Picabia, dadaísta, em Pensées sans langage: boire une tasse de thé comme une femme facilé mais adiante porém comovido e ingênuo: mon amie ressemble à une maison neuve. O amor existe. Mas anda de automóvel. Não há mais lagos para os Lamartines do século XX!… E o poeta se recorda da última vez que viu a pequena, não mais junto da água doce, mas na disputa da taça entre o Palestra e o Paulistano. Novas sensações. Novas imagens. A culpa é da vida sempre nova em sua monotonia. Guilherme de Almeida continua amorosíssimo… pelo telefônio. E Luís Aranha endereça à querida este Poema elétrico[9] Querida, quando estamos juntos vem do teu corpo para o meu um jato de desejo que o corre como eletricidade… Meu corpo é o polo positivo que pede… Teu corpo é o polo negativo que recusa… Se um dia eles se unissem a corrente se estabeleceria e nas fagulhas desprendidas eu queimaria todo o prazer do homem que espera… E Sérgio Milliet: Revêrie[10] Ne plus sentir penser ses yeux caméléons Mais tant de pitié me fait mal Caméléon Aventurines Couleur de mer Et traîtres Mais si doux “J’aime ses yeux couleur d’aventurine” Quel beau sonnet je pourrais faire si je n’étais un “futuriste” Quatre par quatre les rimes et deux tercets et un salut “Trois mousquetaires” Au cinema les D’Artagnan sont ridicules et j’aime mieux Hayakawa Ah! le siècle automobile aeroplane 75 Rapidité surtout Rapidité Mais moi je suis si ROMANTIQUE Ses yeux ses yeux ses yeux caméléons C’est bien le meilleur adjectif E escutai mais esta obra-prima de João Cocteau: Si tu aimes, mon pauvre enfant, ah! si tu aimes! il ne faut pas en avoir peur c’est un inéfable désastre. Il y a un mystérieux système et des lois et des influences pour la gravitation des coeurs et la gravitation des astres. On était lá, tranquillement, sans penser à ce qu’on évite et puis, tout à coup, on n’en peut plus, on est à chaque heure du jour comme si tu descends très vite en ascenseur: et c’est l’amour. Il n’y a plus de livres, de paysages, de désirs des ciels d’Asie Il n’y a pour nous qu’un seul visage auquel le coeur s’anesthésie.

Et rien autour. Aliás confessemos: a capacidade de amar dos poetas modernistas enfraqueceu singularmente. Dizem que o amor existe na terra…. Mas que é o amor? pergunta Bialik, um dos maiores poetas hebreus de hoje. La femme mais l’ironie?[11] pergunta Cendrars, um dos maiores poetas franceses de hoje. Ninguém passa incólume pelo vácuo de Schopenhauer, pelo escalpelo de Freud, pela ironia do genial Carlito. Ninguém mais ama dois anos seguidos! A capacidade de gozar aumentou todavia… Jeunesse! et je n’ai pas baisé toutes les bouches![12] Godofredo Benn confessa no Rápido de Berlim que: Uma mulher basta para uma noite E se é bonita, até para duas! A culpa também é da mulher: Ahimé! tu altro non fai che sfogliare i tuoi baci![13] Fosse ela mais confiante, mais conhecedora do seu papel: e os homens chegariam à mesma observação de Ruscoe Purkapile. Traduzo Edgar Lee Masters, americano: Amou-me! Oh! quanto me amou! Vão tive a felicidade de escapar do dia em que pela primeira vez ela me viu. Mas pensei, depois de nosso casamento, que ela provaria ser mortal e eu ficaria livre! Ou mesmo que se divorciasse algum dia! Poucos morrem porém e ninguém se conforma… Então fugi. Passei um ano na farra. Mas nunca se queixou. Dizia que tudo acabaria bem, que eu voltaria. E voltei. Contei-lhe que enquanto remava fora preso perto de Van Buren Street pelos piratas do lago Michigan e encadeado de forma que não lhe pude escrever. Ela chorou, beijou-me, disse que isso era cruel inaudito, desumano. Então verifiquei que nosso casamento era uma divina finalidade e não poderia ser dissolvido senão pela morte. Eu tinha razão. Max Jacob, no final de seu Dom João, sintetiza a descarada psicologia da Corja. Depois da aparição do coro vestido com roupas de meia cor-de-rosa: Flanelle! Flanelle! Nous sommes encore pucelles Nous avons été mystifiées Mais nous allons être vengées Flanelle! Flanelle! o comendador volta-se para Dom João e diz: Vous êtes le mauvais amant! e Dom João confuso: Je manque de tempérament. E como o amor os outros assuntos poéticos. Ouvi a pátria inspirando o magnífico Folgore —porventura o maior e certo mais moderno do grupo futurista italiano: Italia parola azzurra bisbigliata sull’infinito da questa razza adolescente, ch’ha sempre una poesia nuova da costruire una gloria nuova da conquistare.

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